ENTREVISTA JULIO SEVERO

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008


Julio Severo fala sobre o PL 122 e o movimento homossexual no mundo

Por Adriana Amorim

Julio Severo é autor, entre outros livros, de “O movimento homossexual”. A obra, que aborda como o homossexualismo tem crescido no mundo, aponta os meios de comunicação como grandes disseminadores dos ideais do grupo, que chegam a escolas, ambientes profissionais e igrejas.
Em entrevista ao Portal Guia-me, o escritor, que publicou também muitos artigos sobre sexualidade, falou a respeito do Projeto de Lei 122, contra a homofobia. Aprovado pela Câmara, o PL tramita agora no Senado. Severo abordou também como esta militância tem chegado à sociedade e qual a argumentação do grupo.

Guia-me: Como o senhor vê o projeto de lei 122, que já foi aprovado pela Câmara e agora tramita no Senado, e pune criminalmente qualquer manifestação considerada homofóbica?

Julio Severo: Vejo-o, pela própria argumentação que o levou a uma aprovação sorrateira na Câmara dos Deputados em 2006, como uma aberração. A argumentação é que ocorrem muitos assassinatos de homossexuais que ficam impunes. A conseqüência dessa argumentação é que o PLC 122 colocará algemas nas mãos e mordaça na boca dos cidadãos. A argumentação e o projeto são ridículos, pois todos os assassinatos são punidos pela lei. A impunidade e a criminalidade atingem a todos os brasileiros. Além disso, os homossexuais são bem menos assassinados do que a população geral. Nos últimos 25 anos, mais de 800 mil brasileiros foram assassinados. Nesse mesmo período, apenas pouco mais de 2 mil homossexuais foram assassinados. Quem precisa mais de proteção?

Guia-me: O PL está de acordo com a Constituição do Brasil?

Julio Severo: Claro que não. A constituição protege os cidadãos e menciona claramente homens, mulheres e crianças. Em nenhum momento a Constituição protege ou menciona homossexualismo como se fosse status racial. O ladrão, o drogado, a prostituta e o homossexual têm proteção como seres humanos. Mas o comportamento deles não é digno de proteção especial.

Guia-me: Se o projeto for aprovado, qual impacto trará sobre a sociedade?

Julio Severo: Os cidadãos perderão a liberdade. Empresários que têm um hotel e escola não conseguirão sustentar seu direito de proteger seus estabelecimentos de empregados homossexuais imorais nem rejeitar clientes homossexuais imorais. Os cidadãos serão literalmente escravos das imposições estatais favoráveis à agenda homossexual, sem nenhuma liberdade de escolha de evitar empregados ou clientes imorais. Sem mencionar que os militantes gays exigirão a equiparação de sua relação pervertida como se fosse tão digno e sagrado quanto o casamento natural.

Guia-me: E em relação às igrejas cristãs?

Julio Severo: Sem a aprovação do PLC 122, os cristãos já estão sob ameaça de perder seu direito de livre expressão. O Pr. Ademir Kreutzfeld, de Santa Catarina, foi acusado judicialmente por “homofobia”. Eu mesmo tenho sofrido semelhante acusação e ações legais. Com a aprovação do PLC 122 e outras leis semelhantes, os ativistas gays não mais ameaçarão. Eles literalmente jogarão a “lei” contra os cristãos. Eles exigirão o direito de trabalhar em estabelecimentos cristãos, como escolas e instituições, e não deixarão de fora a reivindicação ideológica do “casamento” dentro das igrejas.

Guia-me: E aos meios de comunicação?

Julio Severo: Os meios de comunicação, em grande parte movida por uma doentia tendência liberal e esquerdista, há muito tempo se enxergam com a missão de “evangelizar” as massas nos valores do liberalismo e esquerdismo. Daí, o homossexualismo encontra na mídia um santuário intocável, onde todo sacrilégio contra a divindade homossexual é punido com todo tipo de manipulação oposicional possível.

Guia-me: Em sua opinião PLC 122 representa um avanço ou um retrocesso social?

Julio Severo: Ao dar direitos desnecessários a um comportamento anormal, o PLC 122 banaliza e barateia os direitos da maioria. Numa sociedade saudável, a prática homossexual (assim como o uso de drogas, a prostituição, etc.) não é direito, mas um grande problema individual e social, que precisa ser desestimulado a todo custo. Numa sociedade saudável, homossexualidade, assim como prostituição ou vício de drogas, é questão indiscutivelmente clara para tratamento. Numa sociedade moralmente doente e decadente, o anormal é normal e vice-versa.

Guia-me: No livro “O Movimento Homossexual”, o senhor fala a respeito do crescimento mundial do movimento. Como ele tem chegado à sociedade e como a sociedade tem recebido o movimento?

Julio Severo: O centro de exportação mundial do homossexualismo é sem dúvida alguma os Estados Unidos, com a colaboração da Europa e Canadá. A ONU, que é bastante liberal e esquerdista, recebe influência de grupos de interesses americanos e europeus para promover a agenda da libertinagem sexual. Dentro dessa agenda, o homossexualismo é sagrado. Depois, a própria ONU é usada para influenciar mudanças legislativas em cada país, possibilitando a introdução de novidades bizarras como a aceitação do homossexualismo como se fosse um comportamento totalmente normal.

A sociedade recebe as questões homossexuais principalmente por meio da mídia manipuladora e por meio das escolas públicas, onde o governo Lula, descarado apoiador do homossexualismo, tem oficialmente o programa Brasil Sem Homofobia, cuja finalidade é eliminar das novas gerações todo tipo de aversão ao comportamento homossexual, que na Bíblia é chamado por Deus de “abominação”, isto é, coisa nojenta e repulsiva.

Guia-me: Em sua opinião, essa opção sexual tem sido entendida como direito humano?

Julio Severo: Essa não é minha opinião. É a visão oficial do movimento homossexual. Para os militantes gays, praticar o homossexualismo é tão importante e sagrado quanto o direito de existir. Se a sociedade aceitar essa mentira, os pedófilos também dirão que “nasceram assim” e que sua “orientação sexual” é um direito humano. É um efeito dominó. Inevitavelmente, outros grupos vão reivindicar mais direitos.

Guia-me: Quais são as argumentações do movimento homossexual?

Julio Severo: Os argumentos deles tentam sempre apresentar os homossexuais como vítimas e, como eles têm grande presença na mídia, notícias envolvendo crimes violentos perpetrados por homossexuais jamais mencionam a palavra homossexual ou homossexualismo. 

Eles argumentam que por causa do preconceito, eles não podem casar nem na lei nem em igrejas.

Eles argumentam que por causa do preconceito, eles não podem adotar crianças.

Eles argumentam que por causa do preconceito, eles não podem se beijar ou praticar atos indecentes em público.

Assim, o conceito de preconceito se torna nas mãos deles uma poderosa ferramenta de engenharia social, política e legal. Acabando-se com o “preconceito”, todas as pretensões dos militantes gays se tornam possíveis.

Fonte: Portal Guia-me

Divulgação: www.juliosevero.com

Para ler artigos sobre o PLC 122, clique no link acima.

1 Comment:

FENIX said...

I HAD A DREAM
Sete de Setembro de 2009

A esplanada dos Ministérios fervilha. Grande parte da população comparece ao grande desfile da Independência. Pais com filhos no colo e de mãos dadas com filhos e esposa, todos com camisetas distribuídas antecipadamente, vermelhas e já com a estrela branca modificada com a inscrição do símbolo da foice e do martelo.

Mais de trinta mil, acenando suas bandeiras vermelhas ou com a foto de Guevara, aplaudem entusiasticamente as autoridades na tribuna especial.

Na tribuna, o presidente lula e seus convidados especiais, Hugo Chávez, Raul Castro, Evo Morales, Rafael Correa, Cristina Kirchner, Mahmoud Ahmadinejad, Dmitri Medvedev, entre outros, acenam ao povo entre um e outro brado de Chávez – “Socialismo ou morte”, repetidos em coro pela população.

Rasgam o céu em vôo rasante e com som ensurdecedor, os caças Sukhoi com o símbolo da Unasul em vermelho vivo. O povo como que com medo de ser atingido abaixa a cabeça durante a passagem e logo após aplaude com gritinhos nervosos, orgulhosos da Força Aérea da América Latina.

Abrindo o desfile, as bandas militares marcham em passo cadenciado, ao som do hino da internacional socialista, substituto oficial do Hino Nacional Brasileiro. As fardas militares, todas vermelhas, foram unificadas para as três armas, exceto o batalhão gay que desfilava com rosa choque. Encerrando o desfile militar, membros do MST e Liga Campesina, desfilavam, exibindo seus facões e enxadas seguidos pelos índios e afros-descendentes e mais atrás, a exótica parada gay, a pé ou dançando sobre seus carros alegóricos.

Ao final, autoridades civis e militares se dirigiram ao salão nobre para o coquetel onde foram servidos canapés e bebidas finas estrangeiras.

À população presente foram sorteadas cestas básicas, cheques de bolsa família e cargos na administração publica.

"LIBERTAS QUAE SERA TAMEN"

 
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