HAW! CARA PÁLIDA!

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009


AMERÍNDIOS
por Ralph J. Hofmann 
Acabo de mudar completamente de opinião quanto às vastas áreas de reservas indígenas que se deseja estabelecer aqui no Brasil. Sempre fui contra entregar vastas terras a índios que estão hoje aculturados e não serão senão predadores da natureza até mesmo devido ao fato de que os membros de autoridades de preservação ambiental não conseguem aplicar-lhes sanções efetivas.

No momento sou favorável a que se designe uns dez quilômetros quadrados para cada índio hoje em existência no país. Curto e grosso e acabou por aí.

Naturalmente eu trataria de tratar de demonstrar que meus três filhos, com mãe gaúcha obviamente descendente de índias charruas que casaram com imigrantes bascos e açorianos e até uma pitada de sangue de índios dos altiplanos peruanos sejam beneficiados com uma parte deste quinhão.

Pessoalmente acho que os trinta quilômetros quadrados dos meus filhos deveriam abarcar terras do centro de Porto Alegre, mas o centro de Caxias do Sul, Santa Maria, Pelotas, Novo Hamburgo ou ainda São Leopoldo não seria descartável. Vejo-me trabalhando para meus filhos, cobrando laudêmio dos cara pálidas que residem em prédios construídos em terras da família Charrua-Hofmann.

Meu critério para aprovação de noras e genros evidentemente será influenciado por isto. Bons partidos são aqueles que possuam um nativo-americano na sua árvore genealógica. Rapidamente seremos os neo-latifundiários. Depois vamos insistir que esses arrivistas do ABC e outros distritos industriais sejam barrados de votar. Se quiserem votar, ou ocupar cargos eletivos que o seja nos seus países. Inclusive políticos não poderão ocupar cargos se forem casados com cara pálidas. Infratores serão repatriados. (Adeus dona Marisa, espero que a Sra, e o Seu Lula sejam bem recebidos na Itália – hehehe!). Vão votar em Kobe, Hamburgo ou Milão seus exploradores! Inclusive vamos verificar se os membros do MST nas aldeias de lona preta tem ascendência índia pelo menos ha cem anos. Os que não tiverem vamos mandar de volta para a Europa. Audácia! Pretendendo ter terras de nativos no Brasil quando nem são daqui! Podíamos naturalmente aproveitar alguns em nossos banquetes. Precisamos verificar como estão as velhas e tradicionais receitas para carne humana. Talvez tenha no livro do Hans Staden.

Esta minha epifania sobre a condição dos índios não foi súbita. Veio aos poucos desde que li a entrevista do chefe Pele Vermelha Sioux Norte Americano “Duas Águias” por ocasião de seu nonagésimo aniversário. Perguntaram a êle:

“Chefe por 90 anos você tem observado o homem branco, viu suas guerra e seu progresso tecnológico, mas viu também o dano que causou. Tendo isto em mente, o que o homem branco fez de errado?”

O velho Chefe com sua voz culta de aluno de economia e ciências de Harvard, turma de 1940, respondeu:

“O homem branco chegou num país onde a administração era dos índios. Não havia impostos, não havia dívida pública, tinha suficientes búfalos, castores e água potável. O feiticeiro fornecia serviços médicos sem cobrar, e as mulheres faziam todo o trabalho exceto a caça. O homem índio passava seus dias caçando e pescando e as noites fazendo sexo. Só o homem branco idiota poderia pensar que um sistema como aquele poderia ser melhorado.”

Fonte desse artigo: http://www.diegocasagrande.com.br


Comentário meu: Como eu também tenho sangue indígena circulando em minhas veias, reivindico o meu quinhão, pô!

2 Comments:

paschoal said...

Pô Renam, nessa eu "sifu" como diria o pequeno bêbado timoneiro!

FENIX said...

A crise, que começou financeira, transformou-se em econômica e, na ausência de governo, já está se transformando em crise social. A crise social é reflexo, à primeira vista, do maciço desemprego e na conseqüente queda de consumo e na inadimplência que acarretam menor produção e mais desemprego.

Insensível, o governo já projeta a mesma arrecadação de impostos verificada no ano passado, haja vista o impostômetro apresentar valor de 100 bilhões no mês de janeiro, o que projeta arrecadação de 1,1 trilhão de reais no ano. Um fio muito tênue, ao mesmo tempo em que separa, une a crise social à violência, principalmente nos grandes centros urbanos.

Os empregados, mais prudentes que o governo sindicalista, já abrem mão de salários integrais com a correspondente redução de jornada de trabalho, a fim de manter seus empregos. Mas, o governo perdulário, até agora não acenou com a redução de impostos e de gastos, como se vivesse num universo paralelo, imune aos problemas dos mortais que os sustentam.

Em breve teremos convulsão social e, sem forças armadas, uma possível guerra civil, de conseqüências castatróficas.

"LIBERTAS QUAE SERA TAMEN"

 
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